Cartão sensual

Cartão sensual
Lucas Munhoz

A vida da sensualidade

Sou um bom poeta da sensualidade em belos versos de poesia sensual, sou apaixonado pelo Sensualismo e amo os poemas sensuais!!! Bom blog!

Os poemas mais lindos

Poemas sensuais do Lucas Munhoz

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Doce Menina delicada


A Doce Menina delicada 

Dos teus olhares... Ó nudez que me sentes!
Vai-te a malva perfumosa nos teus braços;
Olho-te fortemente os mares dos laços,
Vem-me o anseio, a beijar-te os seios ardentes.

Ó desejo carnal! Dou-te as artes quentes...
Se este momento, que vens os meus abraços
Ontem à tarde, mas vens os fortes passos
Ó mil cabelos! Tens-me os doces presentes.

Hei de amar-te tanto amor mui deleitoso,
Dos meus amores... Ó frenesi sem dor!
Da beleza já vens amar-me o meu gozo.

Ó volúpia que me amas o sentimento...
De encher os corações em forte licor,
Tu, porque sentes a musa do acalento.

Autor:Lucas Munhoz

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Soneto de Amor


Soneto de Amor

Ame o jovem menino, doce amiga
Amar é tão lindo que ama a verdade,
Ao seu fado, sim só vive a amizade;
Que a Dama nos ama a bela fadiga.

Amor! Lá tem a doce flor da viga...
Amar é tão doce que ama a beldade,
Sim! Lá tenho a Dama da lealdade!
Amo a bela amiga da Musa antiga...

Foi-se o nosso albor da vida a vivê-la;
Sem os lembrar a ti do sentimento...
Quem ama o poeta da bela estrela.

Diga o mesmo carinho, como o vento...
Se é minha flor, sim adoro a donzela
Que a ti não me encha do belo tormento.

Autor:Lucas Munhoz

Os seios da mulher


Os seios da mulher

Morde-lhe os bicos à donzela sem dor...
Bebê-los o leite caindo em minha alvura;
Deixa-me ondear os teus seios que és pura.
Ó fome ardorosa! Que a mim do calor!...

O amor, que és tão bela como o sentimento!
A nós da bondade a beijá-la a vertigem;
Decerto a ti, só queres a mulher virgem,
Lamber as duas jovens nos seios do alento.

Que é da volúpia a amá-las a castidade;
Deixo-te a amante a beijá-las a pureza,
Lambe-lhe os bicos d´água como a beleza
Que amas a donzela, que és uma vaidade.

Alça-se os teus calores do amor a amá-lo;
Sabes, a mim hás de sentir-me o perfume
Ó bela mulher! Que me adoças o lume?...
Sem veste quente, que és um doce regalo.

Que és da luxúria a beijá-las os desejos;
Mordê-las os seios úmidos do alarde...
Depois a beijá-las a alcova da tarde!
Bebê-las os bicos d´água aos meus arpejos.

Autor:Lucas Munhoz

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A doce menina


A doce menina

No laço da formosura,
É tão meiga e doce em olho
Tens a sedução do escolho,
Como o colo da ventura.
Banha o cabelo da cor;
És tão bonita em vapor...

Que vens o corpo sensual;
Que já viste a face amante
No banho de amor possante...
És tão quente em flor carnal.

Como a melhor ânsia em arte,
Vens a beleza sem sala...
À tua vaga me embala...
Quando o sedutor a amar-te.

Ó mulher!... És tão formosa!
Cabe o cabelo de aroma...
Ama o sedutor em Roma!
Que já deste a alma bondosa.

És tão perfeita em jardim!...
Queres a flor do perfume;
Dei-te a volúpia do lume
Quero-te o carinho a mim.

Autor:Lucas Munhoz

Soneto do Amor
















Soneto do Amor

Amor fecundo, se queres dar-me...
Jurar-lhe o coração, que vos amaste
Amo-vos o carinho, que o adoraste?
Sem os gozar a amizade a adorar-me.

Vagar-lhe o licor sereno a vagar-me,
Amor! Se esta volúpia já me olhaste...
Com que carinho já vos aplicaste,
Dar-lhe o sentimento vivo a tocar-me.

Guarda o coração, como o sentimento.
Foste a melhor amiga do carinho;
Sim! Ama o coração do firmamento!...

Torno a ver o seu delírio do ninho,
Amar-lhe o bom coração do relento
Ter-lhe o peito vivo, que és forte vinho.

Lucas Munhoz

A jovem amante





















A jovem amante

Nua, a ansiar os teus gozos que lambe os seios;
Mordê-los a beber a hora, que ama a mulher...
O teu sexo adoçado, que és tão linda a ser...
Chega-te a mim! Que me olhaste a alma dos anseios.

Deleita-te a veste, que és meretriz da amante...
Sem morte hei de gozar-te a fome da bondade;
À pura alcova, que tens a água da amizade!?
Em duas virgens, que a amas o amor bem tocante.

Que os teus olhos já me sentiste tanto pranto!
Morda-te a carne o sol, eis-me o palor quem ama;
Trazes a ansiar-me o amor, eis-me a maior chama!
Ouve os versos ardentes, que és tão doce ao canto.

Que em vargens hás de lamber-me a bela mudez;
Se a boa amante já viste, que a beijas à água;
Por entre os beijos, que a molhas a bela nua.
Morde-lhe o corpo ondeado a amá-la a nudez.

Que os teus seios perfeitos a ansiá-la as cousas;
Vem! Rolai-me o afago da brisa olhando em fome!
Ó deleite! Que és minha amante do bom nome...
A nós da volúpia, que a tua dor quem ousas!?

Que vos sentiste a alcova, que ama os sentimentos...
Lambe-lhe a nua sem azo! que és bem-querida!...
Beija-lhe o ventre sem pêlos! Que és bem lânguida!...
No concâvo da alma me amaste os firmamentos!...

Autor:Lucas Munhoz

Soneto inglês I


Soneto inglês I

Lambeste... Se tens a adorar os seios,
Os beijos teus vão-te morder essa alma...
Da volúpia, se a amas os meus enleios!
Depois a mordê-los e arder-lhe a calma.

Até que a ames o amor da noite quente;
Posso morder-te a um dia do meu leito!
Tens-me a nudez, se a amas a tez ardente...
Mata-me do prazer! Vens o ar perfeito.

Deixa-me ver o corpo nu que me amas!
Nua, em teus beijos os meus que me abrace
Ao fechar os teus olhos que me chamas!
Cravado o peito ardente que me olhasse.

Jovem, que és tão bela - "Vênus formosa"
Queres o belo Adônis, que ame a rosa.

Autor:Lucas Munhoz

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Soneto do amor total



Soneto do amor total

Amaste... Se te amo a languidez d´água,
Porque és langor, sabes que és meu viver
Quero-te a chama da vida a escolher;
Pede-te o meu peito amante à flor nua.

Amar já pude o clangor como a lua...
Porque és sol da volúpia, como o ser
Deixo-te ver a hóstia sagrada a arder;
Amo-te, mas o anjinho que ama a rua.

Amor, porque amas o anjo da pureza;
Tens o calor íntimo a amar-me o céu...
Abre-te o fado, se és minha beleza.

Queres o fulgor sereno a adorar-te;
Amo-te o Cupido amável em véu...
Amas, como a Vênus à maior parte.

Autor:Lucas Munhoz

A doce menina
















A doce menina

No laço da formosura,
É tão meiga e doce em olho
Tens a sedução do escolho,
Como o colo da ventura.
Banha o cabelo da cor;
És tão bonita em vapor...

Que vens o corpo sensual;
Que já viste a face amante
No banho de amor possante...
És tão quente em flor carnal.

Como a melhor ânsia em arte,
Vens a beleza sem sala...
À tua vaga me embala...
Quando o sedutor a amar-te.

Ó mulher!... És tão formosa!
Cabe o cabelo de aroma...
Ama o sedutor em Roma!
Que já deste a alma bondosa.

És tão perfeita em jardim!...
Queres a flor do perfume;
Dei-te a volúpia do lume
Quero-te o carinho a mim.

Autor:Lucas Munhoz

A mãe perfeita (Dia das Mães)

















A mãe perfeita (Dia das mães)

Amo-te tanto amor como o bom filho;
Hás de amar-me o bom carinho sem dor
Queres o néctar da vida sem brilho...
Quero-te o colo! Amo o forte amor.

Amo-te tanto amor à mãe perfeita;
O berço amável, que ama o sentimento
O langor amado ama a flor eleita;
Ser mãe é tão forte como o firmamento.

Autor:Lucas Munhoz

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Soneto da volúpia

































Soneto da volúpia

Na carne ardorosa do leito à chama,
Só viste a mulher d´água nua e quente
Felinamente à dança em moda ardente;
Faze-me o êxtase da lúxuria à fama!...

Ó pele nua à mulher quente em cama!...
Falta-te o roupão! Dou-te a cor decente!
Cravado a forma nua à alma cedente;
Bela e lasciva, ao sedutor quem ama.

Afoga-te a veste, em arfá-la os seios...
A arder-te os bicos formosos sem medo;
À tua brasa hás de arfar os anseios.

A ver-te a bela nua entre o desejo;
Que, às curvas sedutoras em segredo
No corpo vibrante à cama sem pejo.

Autor:Lucas Munhoz

terça-feira, 3 de maio de 2011

O beijo de selinho





















O beijo de selinho

Só vais beijá-lo os teus lábios do olor...
Como a amiga, sente o afeto da boca;
A amizade a beijar a avidez pouca!
Tens o amigo amado, mas sem palor.

Sou jovem! À brisa do grande amor...
Dou-te o beijo amável em vida rouca;
Amo-te como o amigo à paixão louca
Beija-me os teus lábios em doce ardor.

Ama o jovem amigo em doce olhar;
Beijo-te os doces lábios como o verso...
O grande amigo em sentimento a amar.

Sem namoro! Que o coração vos ame...
Sim, à alma amada sem lado reverso
Quero-te o beijo! Que a amiga vos clame.

Autor:Lucas Munhoz

A mulher dengosa





















A mulher dengosa

Nua, à alcova da nudez em flor...
Sente o ardor da beleza;
Do ardor cabe a pureza,
Treme os seios à cama em langor.

Lá o corpo arfante em doce calor;
Do traje enche a leveza,
Ardendo a cama presa
A arfá-la o corpo quente em vapor.

Que ao calor hás de adorá-lo o fogo;
Arde a tua perna ardente da alma
Da chama aninha logo!

Faze a volúpia d´água à tez calma;
Até o corpo d´água já me afogo...
Da vaidade me acalma.

Autor:Lucas Munhoz

segunda-feira, 2 de maio de 2011

As duas amantes (Segunda parte)





















As duas amantes II

É amá-las a paixão carnal à alma amada,
Sem desgosto, eis a mulher ama o gozo
A ti da carne a amá-la o sol lodoso;
É afagá-las o amor quente à alma orlada.

Sem ódio, como a amo a paixão vagada!
São tão perfeitas ao amor voluptuoso;
A hora da volúpia, faze o ardor fogoso
Hão de amá-las o leito à alma afagada!

São tão virgens a amar a boa amante;
As formas ardentes sem perda à moda
Apaixoná-las já ama a alcova arfante.

Sem maldade, em cama quente e serena
Ama-te as belas amantes sem roda;
Hão de apaixonar-te o gozo sem pena.


Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados

O amigo





















O amigo

Sentindo o amigo da vida;
E no céu viver do alarde...
Tenho a alma da cor fúlgida
Amo a bondade da tarde.

Amigo! O amor sem tristeza...
Fico a amar-te o doce olhar,
À frente do azo em beleza!...
Tens o anjo amável em mar.

Hás de sentir-me a amizade;
Que ao viver deu-me a ternura,
Ama o fulgor da bondade!
Eis-me o anjo da formosura.

O amor! És meu doce amigo...
O luzir da alma sem choro,
Tens a alma do Deus antigo
Sim, ao amor do céu sem soro.

Deus ama o forte respeito;
Ei-lo a fé eterna do amor...
Só viste o fulgor do peito,
À vossa afeição do alvor.

Ó coração! Eis-me o sorriso...
O afago deu-me ao bom seio,
Como a tua alma do siso!
Nos olhos a amar o anseio.

Autor:Lucas Munhoz

A saudade da minha mulher















A saudade da minha mulher

Como te amo a chama da flor a vê-la,
Namora-se o talhe amado em passado
Vejo-te a lira do amante em estrela...
Doce menina à cor, como o ar vagado.

Como te amo a alcova da luz à vela,
Amo-te tanto ardor em doce amado
Ao senti-lo o sol do colo afagado...
Que ao calmo fulgor ama o rosto dela.

D´água sedenta à flor ama o carinho;
A vasta amante, a ver-te o doce seio!
Arfa-te o coração! Sim, como o sol.

Amo-te a doce alcova em arrebol...
Ao seu louvor hei de sentir-me o anseio;
À doce mulher, como o amor do ninho.

Autor:Lucas Munhoz

As amigas apaixonadas













As amigas apaixonadas

Ah! Quando as amigas hão de amar-me bom lado...
Faze que me ames o langor! À flor sem morte...
De vós a orlar-me a arte sensual, mas sem corte!
Dai-me o beijo ardente, em calor ao sol passado.

A hora da vossa alcova, sim! Quero-te o fado!...
De encher o amor feminino, quem ama a sorte?
Sim! Ama as moças amadas! Sente o porte.
Sinto adorar-te a vaga, em lar ao bom amado.

A vós de amor eterno, em cama ao bom desejo.
Beijai-me os lábios quentes a lograr a chama...
Ó beijo amável! Mas ao amor não cabe o pejo.

Mas podeis amá-las o amor, eis-me o langor
À amiga do amor, mas ao delírio que me ama?
Sim, à alcova da casa! Em sedução do amor!...

Autor:Lucas Munhoz